Ao navegar neste site, você aceita os cookies que usamos para melhorar sua experiência.
Microsoft reafirma meta de 100% energia renovável e acelera investimentos globais em IA
Gigante da tecnologia já contratou 40 GW em novos projetos limpos, amplia uso de energia livre de carbono e prevê US$ 50 bilhões para expandir inteligência artificial no Sul Global até 2030.
Microsoft anunciou nesta quarta-feira (18/2) que continuará adquirindo energia renovável suficiente para suprir 100% de suas necessidades globais de eletricidade, meta atingida pela primeira vez em 2025. A estratégia reforça o compromisso da companhia com a sustentabilidade em meio à rápida expansão de sua infraestrutura de inteligência artificial e computação em nuvem.
No último ano, a empresa contratou 40 gigawatts (GW) de nova capacidade de geração renovável, principalmente por meio de contratos de compra de energia (PPAs, na sigla em inglês), instrumentos de longo prazo que viabilizam financeiramente novos projetos de geração limpa.
Segundo a companhia, 19 GW já foram efetivamente entregues à rede elétrica, enquanto o restante deve entrar em operação nos próximos cinco anos, abrangendo projetos distribuídos em 26 países.
“À medida que continuamos a crescer, queremos manter esses 100%”, afirmou Noelle Walsh, chefe de operações de computação em nuvem da Microsoft, durante evento realizado no campus da empresa em West Dublin, na Irlanda, onde foi instalado, em 2009, o primeiro data center da companhia fora dos Estados Unidos.
A diretora de sustentabilidade da Microsoft, Melanie Nakagawa, destacou que a eletricidade livre de carbono terá papel estratégico para que a empresa mantenha o compromisso ambiental. Entre os exemplos está o acordo firmado em 2024 com a norte-americana Constellation Energy para reativar uma usina nuclear no estado da Pensilvânia, iniciativa voltada a garantir fornecimento contínuo de energia de baixo carbono.
A meta da Microsoft é alcançar, até 2030, a condição de empresa “carbono negativo”, retirando da atmosfera mais carbono do que emite.
Além da agenda climática, a companhia informou que pretende investir US$ 50 bilhões até o fim da década para expandir a infraestrutura e o acesso à inteligência artificial em países do chamado Sul Global, grupo que reúne nações emergentes e em desenvolvimento, majoritariamente no hemisfério sul.
O anúncio foi feito durante a Cúpula sobre o Impacto da Inteligência Artificial realizada em Nova Délhi, reforçando o posicionamento da empresa como protagonista tanto na transição energética quanto na democratização das tecnologias de IA em escala global.

 (1140 x 100 px).png)
.png)


 (750 x 100 px) (750 x 80 px).png)









