Com a energia elétrica pressionando o orçamento de famílias e empresas, consumidores que pagam mais de R$ 500 por mês na conta de luz podem estar desembolsando valores acima do necessário. A avaliação é da Conecta Energia, agente autorizada da VR Energia, que atua na ampliação do acesso ao mercado de geração distribuída no Sul do país por meio de um modelo de energia renovável por assinatura.
A proposta, segundo as empresas, elimina a necessidade de instalação de placas solares ou qualquer tipo de obra no imóvel. O consumidor passa a receber créditos de energia provenientes de usinas solares parceiras, que são abatidos diretamente na fatura da distribuidora local. A economia pode chegar a 24%, conforme previsão contratual.
O modelo se apoia nas regras da geração distribuída, sistema regulamentado no Brasil que permite que a energia produzida em uma usina solar seja convertida em créditos para compensação na conta de luz de outro local, desde que dentro da mesma área de concessão.
De acordo com o diretor da Conecta Energia, Polibio F Braga, o processo é simplificado: “O interessado envia a conta de energia para análise, recebe uma simulação gratuita e, se aprovada a adesão, passa a usufruir do desconto já nas faturas seguintes. Não há cobrança de taxa de adesão nem investimento inicial. A economia é formalizada em contrato”.
A VR Energia, uma das gestoras do segmento na região Sul, é responsável pela estrutura de geração e gestão dos créditos energéticos. Já a Conecta Energia atua como representante comercial e consultiva, conduzindo a análise técnica, a simulação financeira e o processo de migração do cliente para o modelo por assinatura.
Para a CEO da VR Energia, Viviane Rosa (foto), a proposta busca simplificar o acesso à energia renovável. “Criamos uma solução fácil para condomínios residenciais, supermercados, hotéis, clubes e o comércio em geral. Não há pegadinha, não há multa, não há obras e não há investimento. O cliente precisa apenas enviar a conta de luz e assinar a parceria. Simples assim!”, afirma.
Segundo ela, o modelo atende tanto consumidores residenciais quanto empresas que buscam previsibilidade orçamentária. “A energia por assinatura permite reduzir custos de forma estruturada, com segurança jurídica e transparência contratual. É uma alternativa eficiente para quem quer economizar sem alterar a estrutura do imóvel”, diz Viviane.
Mais de 150 clientes já aderiram à modalidade, segundo a VR Energia. Entre eles estão empreendimentos de turismo e lazer em Santa Catarina, como o Parque Aventura Jurássica, o Space Adventure – Parque da Nasa e o Oceanic Aquarium, em Balneário Camboriú, além do Clube ASTEL, em Florianópolis. No Rio Grande do Sul, supermercados e centros comerciais como Super Macrotri (Viamão), Supermercado Aguiar e Supermercado Duarte (Porto Alegre) e a BioFisio Centro de Fisiatria também utilizam o sistema.
Para empresas, a previsibilidade do custo energético é apontada como um dos principais atrativos, especialmente em um cenário de volatilidade tarifária. A redução da despesa fixa com energia pode melhorar margens e liberar caixa para novos investimentos. Já para condomínios e residências, o apelo está na redução imediata da fatura sem necessidade de obras ou financiamento.
Especialistas do setor destacam que o crescimento da geração distribuída tem ampliado a competição no mercado de energia, permitindo que consumidores de menor porte tenham acesso a benefícios antes restritos a grandes empresas no mercado livre.
A recomendação das empresas é que consumidores com faturas mensais acima de R$ 500 solicitem a simulação para avaliar o potencial de economia. O atendimento é feito por WhatsApp, pelos números (51) 98401-1401 e (51) 99531-1998, ou pelo e-mail comercial@conectaenergia.net.br
A adesão pode ser concluída de forma digital, com início da compensação já no ciclo seguinte de faturamento, dependendo da distribuidora local. Em um cenário de pressão sobre o custo de vida e busca por eficiência operacional, a energia por assinatura surge como alternativa para reduzir despesas sem alterar a estrutura física dos imóveis, acompanhando a expansão das fontes renováveis e a consolidação da geração distribuída no país.

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